Não é novidade que o verão traz uma série de dificuldades para manter o cabelo belo. Nessa data, é preciso acompanhar alguns cuidados, no final das contas, o calor e os raios UVA e UVB podem levar efeitos indesejáveis, como o semblante quebradiço, descamação do couro cabeludo, perda de nutrientes, brilho e desbotamento dos fios.
“Existem incalculáveis outros tipos de estragos inconfundíveis da estação que irão além do calor como, como por exemplo, a água do mar e da piscina, que ressecam os fios. Aproveite as temperaturas elevadas e abuse dos banhos frios, apesar de tudo, a água quente podes danificar os cabelos por estimular a oleosidade do couro cabeludo e podes modificar a textura dos fios. A época neste momento é marcada pelo calor, deste jeito, impeça aparelhos que funcionam em altas temperaturas, como secador, chapinha e babyliss, em razão de eles conseguem estragar ainda mais os cabelos.
Tente deixá-los secar naturalmente. Mas, caso ainda seja obrigatório aparelhos como chapinha e secador, não se esqueça do protetor térmico. “Já para os lisos naturais indico o protetor solar, em tão alto grau para o cabelo quanto pro couro cabeludo, que recebe diretamente os raios solares. Outra dica curioso são os produtos antifrizz, este tipo de fio é o que mais sofre com esse efeito no verão”. Para as pessoas que tem os cabelos tingidos, a principal dica é usar tonalizantes ou produtos matizante. É preciso um cuidado redobrado contra o desbotamento natural e, no casos das loiras, pode ter o efeito amarelado indesejado nessa época.
Aposte em lenços, chapéus e outros acessórios que possam cobrir os fios dos raios UV. Aposte a todo o momento pela hidratação. “Essa dica é fácil e que funciona perfeitamente pra cada tipo de cabelo e estação. Sempre que perceber que os fios estão prejudicados, faça o procedimento em moradia, existem produtos noturnos para quem quer qualquer coisa mais prático. Ou vá até um salão de confiança”, alega o especialista.
As marcas precisam suar mais pra impressionar os seus consumidores. Entram em cena as experiências em lojas e outros espaços: teatro, arte, gastronomia, sinestesia. Os compradores querem outras experiências que tragam inspirações e ideias. Eles estão mais abertos a testes, querem sair da zona de conforto. Em Hong Kong, Nadim Abbas montou um espaço em colaboração com a Absolut: um bunker cyberpunk de concreto cheio de metal e escuridão, genial pra performances estranhas e outras experiências. Em Nova York, um espaço chamado “Escape the Room” que literalmente desafiava as pessoas a tentarem fugir daquela sala – achando instrumentos ocultos, passagens secretas e resolvendo quebra-cabeças.
As celebridades estão deixando de ser somente “um rosto da marca” para se tornarem parceiras de negócios. Exemplos recentes: Gwyneth Paltrow e Blake Lively. Os conhecidos não estão mais vendendo um tempo pra serem “fedelhos-propaganda”. Estão, sim, aprendendo a monetizar a tua interferência. Colaboram com a formação, aparecem em campanhas, comprovam produtos nas mídias sociais. Exemplos: Diageo montou o Haig Club, um uísque, junto com David Beckham. Beyoncé fechou uma parceria 50-50 com a Topshop numa linha de produtos. O novo fenômeno do mercado de formosura é a Coreia do Sul.
As exportações do país na área chegaram a 1,04 bilhão de dólares em 2013. EUA e Europa estão de olho. Urban Outfitters, tendo como exemplo, tem o superior estoque de produtos coreanos de beldade nos EUA. O grande acesso à Internet na Coreia no Sul e pela localidade (como Japão) socorro a expandir recentes ideias e espalhar a ação dos produtos coreanos.
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A terceira idade é um mercado para as marcas de cosméticos e lindeza. Espere por mais marcas que focam nesta faixa etária. Mulheres acima dos 60 e 70 anos se interessam mais por formosura, fugindo dos estereótipos. Elas continuam ativas – trabalhando, consumindo. Marcas de beldade devem focar seus esforços pra formar produtos para a pele da terceira idade, analisando rejuvenescimento. Uma terceira via do comércio. Novos modelos de comércio não veem caridade e lucro como coisas separadas. A terceira via combina o bem social com vendas e marketing.
Essas organizações caem no adoro dos millenials, que têm tendência a pesar dúvidas éticas em suas decisões de consumo. Marcas éticas e sustentáveis ganham pontos com as recentes gerações. Empresas com valores claros bem como largam pela frente. O comércio “1 por 1” (compre um, dê um) também é uma tendência.
A título de exemplo: uma marca de café sustentável que, para cada pacote comercializado, apresenta uma semana de água para uma comunidade necessitada. Munchery, uma organização de comida delivery de San Francisco, por exemplo, doa um prato pra uma pessoa necessitado a cada prato vendido. Fazer no local de demonstrar. Millenials estão deixando de ser só consumidores pra se desenvolverem eles mesmo como marcas – fazendo curadoria de tua imagem online, se monetizando avenida redes sociais e produzindo conteúdos. Também estão usando novas plataformas pra se tornarem microempreendedores.